Diário de um ranzinza

domingo, 22 de novembro de 2009

CUIDADO!!!!!!!!!!!!

Atenção homens!!!!!!!

Você pode estar tendo seu cérebro enganado nas ruas. Tome muito cuidado. Elas estão soltas por aí tentando nos ludibriar. Tomem muito cuidado! Tá cheio de filho duma puta inventando produto nessa merda. O que dormir cedo num sábado e madrugar no domingo me fez descobrir nos canais da tv a cabo.

Fique atento!!!!

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Post novo, velhos acontecimentos.


Tentei nas férias me mini organizar para o segundo semestre. E ele parecia vir de uma forma redondinha, com alguns feriados para curtir ainda. Desde que quebrei o dedo no dia 3 de setembro, pequenas coisas do meu dia a dia tbm se romperam e me deixaram fora de sintonia.


Minha rotina não foi mais a mesma e nesse meio caminho meu lap top quebrou, fiquei sem internet fora e dentro de casa e consegui perceber o quanto viciado hj em dia estou nesta vida e pra fechar, recentemente tive a pior crise de sinosite que um dia minha enorme cabeça e meu longo nariz puderam sentir.


Parece que de alguma forma foram testes para ver como reagiria a tudo. Acho que até reagi mal. Poderia ter sido mais eficiente. Mas de alguma forma aprendi bastante coisa. Aprendi que podemos mais (e muito mais) mesmo quando não temos a "situação" como queremos.


Acho que minha grande sorte disso tudo foi ter saído de Brasília por duas vezes e uma delas com direito a praia. A outra eu acabo de chegar, e como de praxe, extremamente reflexivo como fico pós viagens, cá estou a escrever e a pensar na vida.



Tomei uma decisão de mudar esse blog ainda no primeiro semestre. Mas só terei condições de levar isso a frente no período de férias. Existem muitas ideias. É bem provável que eu as coloque em teste nos próximos posts.


É impressionante como mudamos de pensamento. Eu já quis deletar esse blog e não consegui. Hoje em dia, quero dar uma nova roupagem a ele e tornar este local um pouco melhor produzido e respeitado.


Por enquanto, ele continua refletindo a minha vida. Sem previsão e totalmente misturado nas informações. Sem contar com o péssimo acabamento dos posts. Vamos levando. Tenho coisas pra contar por aqui.


Termino com uma música que curto e que normalmente ouço para me motivar a colocar meus pensamentos em palavras e um pouco mais em ordem.


sábado, 17 de outubro de 2009

Muito amor no coração.

Plenamente recuperado da lesão no dedo e após pouco mais de um mês com a vida mais desorganizada possível, resolvi voltar a práticas rotineiras do meu dia. Fui a academia(local sobre o qual devo escrever bem mais estórias - esta pelo menos é a ideia)voltar a minha prática de atividade física. Sexta a noite e fui num horário bem tarde. Neste horário com a academia bem mais vazia e tranquila do jeito que eu gosto, notei (aliás, já havia notado) que os professores aproveitam pra colocar no som seus hits preferidos e embalar a noite de sexta no pós trabalho. Quando estou tentando fazer a maldita série antiga, ouço nos alto-falantes em alto e claro som a seguinte letra de música:


"Se você é chicleteiro
Deus te abençoa
Se você não é
Deus te perdoa."

Não acreditei naquele refrão. E a partir dali, o chicletão tomou conta da academia. Apressei minhas atividades e me retirei do recinto pois essa minha semana será de bom descanso e recuperação.

Quero que todos os chicleteiros que um dia acessem isso aqui tenham apenas uma certeza:



VÃO TODOS OS CHICLETEIROS PRA CASA DO CARALHO NESSA PORRA!!!!!!!





Tava com saudade de voltar a postar e é bem provável que eu nunca poste tudo que me aconteceu nesses últimos dias.

domingo, 20 de setembro de 2009

Superando limites.

Sábado a noite mostrei a minha pessoa que sou muito mais forte do que penso.

Passei a semana sem ver meus amigos no qual desabafo meus pensamentos mais deploráveis. Eles então me mandaram mensagem dizendo que estavam num bar no sudoeste.
Fui pra lá sem titubear. E sabe onde fui parar? No "Nana Bar"



Foi fácil localizar o bar. Era a porra do bar localizado cheio daquelas patinhas escrotas símbolo dessa porra de nana enfia a banana.

Na entrada uma frase pra marcar: "Nana bar, o bar do micareteiro"

Puta que pariu! Eu tava em casa cara!

Há algumas semanas atrás eu já tinha avistado esse local com os mesmos amigos que estavam lá me esperando. Eles dessa vez resolveram experimentar o recinto.

Nada pra mim foi surpresa. Telões e mais telões com shows do chicletão na voz daquele barbudo de shortinho. Pessoas naquele estilo chamativo e eu tranquilo. Estou completamente mudado. Meus amigos estavam lá, conversamos, tomei alguns chopps e tava tudo certo. Quem faz o local é vc. Mas claro, ali eu não volto mais se eu puder escolher.

Se fuder essa galera meio uniformizada, e que se foda essa turma que se vangloria ser dessa seita escrota de micareteiros. Vão todos pra casa do caralho!

Tenho algo contra eles? Não. Soquem a porra do dinheiro onde bem entenderem. Só não fiquem a porra da noite inteira transmitindo show do chiclete perto de mim.

A noite passou, eu sobrevivi tranquilamente e até me diverti. Mas é nítido como não bato com esse estilo de vida. Que lixo, que podridão, que exaltação a porra nenhuma do caralho.

Preciso descobrir mais lugares bacanas em bsb.

domingo, 13 de setembro de 2009

Há tempos.

Há tempos recebo críticas sobre minha postura "insensível" diante das pessoas. Portanto, tenho tirado um tempo pra repensar sobre essas coisas. Com o dedo quebrado, dificuldade de escrever e uma incrível saudade do Rio de Janeiro, ando repensando algumas questões e tentado talvez sem uma previsão de sucesso, ver o que pode ser melhorado.

Escrevi pras ex namoradas(acredite, já tive algumas!), ando conversando com alguns amigos que me conhecem mais a fundo. E principalmente ando tentando conversar melhor comigo. Tenho tentado ser mais gente boa com minha própria pessoa e principalmente me perdoar mais pelas limitações de alma, mente e corpo.

Acho que vai sair coisa boa disso tudo. Quando essa fase voltar a me motivar a escrever e meu dedo melhorar, venho aqui teorizar mais sobre as coisas escrotas da vida. Por enquanto, quero pensar no quanto o rio me faz falta, em como posso ser menos escroto e o que falta pra eu me tornar mais aceito na sociedade.

segue algo que não consigo parar de assistir:




segunda-feira, 7 de setembro de 2009

um dedinho de prosa


Consegui quebrar um dedo da mão sem nem mesmo tomar uma pancada. Apenas o torci e no movimento, a pressão fez com que o dedo quebrasse. Não senti dores, tinha certeza que só um gelo resolveria e agora cá estou eu, com a porra duma tala no dedo e um mês pra me livrar dessa merda.


Mas o mais intrigante não foi o fato de quebrá-lo, e sim, a descoberta de como apenas um dedo numa mão que tem outros 4 fazem extrema diferença em certas situações, por exemplo:


1. Não que eu abra lata direto mas essa atividade está semi excluída da minha vida nesse mês. Não tenho força nos outros dedos e já que quebrei o dedo que aparece na imagem acima, fico sem habilidade motora para controlar os outros.


2. Quando vou cagar agora já fico sofrendo por antecipação. Sou canhoto mas tenho alguns movimentos específicos que faço com a mão direita. E limpar a porra do rabo era uma das atividades específicas que eu fazia com a mão direita. Minha mão esquerda tem feito um esforço na limpeza de minha bunda mas temo por algum dia o trabalho não ser bem realizado.


3. Só consigo passar desodorante direito em um dos sovacos. Com a lesão em meu dedo médio, perdi a força nos outros, então desenvolvi uma técnica espetacular de virar o tubo de cabeça pra baixo e apertá-lo com o polegar, mas nem sempre consigo acertar a região desejada.


4. As pessoas insistem em me dar a mão direita para me cumprimentar. Mesmo eu estendendo a esquerda. Tomei uma decisão que após tirar essa tala eu só vou apertar a mão das pessoas com a mão esquerda alegando que sou canhoto. Que convençãozinha escrota do caralho. Fico me entortando todo pra falar com esses filhos dumas putas.


5. Não aguento mais piadinha de que estou dando o dedo pros outros. Nas primeiras 24 horas eu até tolerei junto ao fato de repetir a porra da estória de como havia quebrado. Aliás, inventei umas possíveis estórias já que não aguento mais contar a mesma merda. As que fazem mais sucesso foi que quebrei o dedo mijando, tirando meleca, tocando uma, no bebedouro e socando ele no cú de curioso. Mas a piadinha de que estou dando o dedo pros outros eu não aguento mais.


Enfim, somando este fato ao de ter tempestade em Brasília em agosto e de que as cigarras estão prestes a chegar. Vou seguir o meu caminho confiante de que algo maneiro deve me acontecer nos próximos dias.

sábado, 22 de agosto de 2009

Ôô não leva eu, não leva, não leva!

- E aí, qual a boa pro fim de semana?

- Ah, vai ter trivela! Já comprei o meu, vc vai?

- Foi mal, não curto encontros axezísticos.

- Mentira!!! Nem o Jamil? Vai ser bom demais.

- Verdade, me desculpe, tenho amigos que curtem mas não curto do abadá ao filho da puta que canta.

- Tadinho, não sabe o que está perdendo.

- É, não sei, tô errado mesmo.



Ainda tem gente que não me conhece.
Pelo menos ando sendo mais cortês na forma de falar sobre o que não gosto.

sábado, 8 de agosto de 2009

diferenças



É incrível se perceber após muitos anos e ver que o que vc é, é fruto de uma "liquidificação" do que viveu. Muitos de nós ao chegarmos a fase adulta, pensamos que tudo o que foi vivido lá atrás foi apenas um preparatório para a maturidade. Nada disso, somos muito fruto do que vivemos e temos sonhos e medos parecidos ou mais reforçados ainda com o que tínhamos em nossa infãncia. Sentimos a mesma coisa, apenas com possibilidades e realidade diferentes.



Hoje vejo que o que sou é um mosaico feito se sonhos perdidos, vitórias inesperadas, desejos deliberados e contidos, mas acima de tudo, de minhas tentativas. O medo de falhar acompanha e assim vamos levando conosco cada vez mais um repertório de cobranças bobas, quase infantis, como aquelas besteiras de nos acharmos inadequados demais quando jovens.


Passar a se perceber é de fato uma atividade mais do que enriquecedora. Ser justo consigo mesmo é talvez a única possibilidade de se tentar viver com a consciência mais tranquila e investir melhor em nosso tempo e em nós mesmos.


Mas não é isso que vemos por aí. O que mais podemos notar são pessoas através do tempo, encobrindo todos seus sonhos não alcançados na adolescência e forjando novas metas que mais se tratam de situações de vida do que comportamentos. Vemos um meio social de pessoas que fogem do que foram e vão em busca de algo que nunca serão. De algo que não possa lhe gerar imperfeições. Que não se possa conversar com um amigo num dia qualquer sobre suas falhas, dúvidas e procurar respostas.



Não somos estimulados a falhar, criam em torno de nós muros que nos cegam com o pseudo discurso de proteção para o restante de nossas vidas. E a busca por não falhar nos cega a uma questionável realidade. Somos muito mais nós em nossas imperfeições, somos muito mais verdadeiros em nossas lacunas do que naquilo que tentamos preencher para parecer ser completo.
É sobre isso que tenho tentado trabalhar comigo. Me liberar de minhas cobranças severas internas e deixar que eu possa agir como quando era moleque. Mais espontâneo, intenso, entregue e sincero. Mas claro, tbm com medos e dúvidas.

O que sinto ser importante agora é poder me redescobrir como alguém capaz de fazer mais. E ao fazer mais, descobrir novas pessoas por esse caminho. Confesso que estou deveras de saco cheio de mesmice de pessoas, que fingem ser algo e que hj em dia mais do que nunca, são iguais, fúteis e irrelevantes para os outros.

Estou completamente de saco cheio de pessoas que querem pouco da vida. Tô de saco cheio de pessoas lamuriosas, concurseiros, candidatos ao bbb(conheço alguns, infelzimente!), profissionais medíocres, atendentes mal humorados, apreciadores de azeitona, gente histérica e outros muito mais.
Quero querer algo mais da vida.




terça-feira, 4 de agosto de 2009

não dá

- Eu não confio em pessoas que esbanjam o tempo todo felicidade;

- Não confio em pessoas que almoçam sanduíche;

- Não confio em pessoas que usam cavanhaque;

- Não confio em pessoas que não gostam de suar;

- Não confio em pessoas que sempre ligam a cobrar mas tem carro próprio;

- Não confio em pessoas que só cagam em casa;

- Não confio em pessoas que não gostam de dormir;

- Não confio em pessoas que fazem escândalos quando mal atendidos;

- Não confio em pessoas que falam alto no celular em fila de banco;

- Não confio em pessoas que usam grafite 0.5;

- Não confio em pessoas que tentam adivinhar o que vc fala;

- Não confio em pessoas que discutem sobre novelas;

- Não confio em pessoas que comem feijão independente do prato;

- Não confio em pessoas que insistem em dizer "tanto faz", "vc que sabe" e "pode ser" quando indagados;

- Não confio em pessoas que falam que não peidam;

- Não confio em pessoas que concordam com tudo que falo;

- Não confio em pessoas que leem Caras ou algo do gênero;

- Não confio em pessoas que usam abadás na rua;

- Não confio em pessoas que andam por demasiado tempo de mãos dadas;

- Não confio em pessoas que se divertem com o programa do Jô;

- Não confio em pessoas que têm excesso de apreço por bandas de axé;

- Não confio em pessoas que lamentam demais da vida;

- Não confio em pessoas que adoram vinho seco;

- Não confio em pessoas que mitificam o sexo;

- Não confio em pessoas que reclamam de calor;

- Não confio em pessoas que ligam mais de 3 vezes seguidas quando não atendidas;

- Não confio em pessoas que mandam email de corrente;

- Não confio em pessoas que leem blogs de imbecis intolerantes.

-

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Onde estou?

Nesse fim de semana estive em alguns eventos de pessoas bacanas. Pessoas de bem que conheci por aí, despretensiosamente. A maioria conhecidos e conhecidas de amigos meus mais próximos. Aquele tipo de relação legal de que de tanto vc ver na vida a pessoa em alguns locais, vc acaba criando algum tipo de laço. Uma relação afetuosa mesmo sem ser grande amigo ou íntimo. Pois então, fui a estes eventos. Pessoas de bom coração e que estavam curtindo a comemoração de um aniversário ou o que sejá lá que fosse. Mas uma coisa me marcou e me fez mais uma vez questionar muita coisa. É aquele tipo de pessoal de um grau mais acima financeiramente falando.

Pessoas mais exigentes quanto a questões que gosto que sejam simples. Poderia ser apenas uma festa, uma curtição, mas não. Precisa dentro deste evento mostrar valores, coisas que nem vejo má intenção nas pessoas mas que não fazem muito meu perfil. O famoso "ter "sobrepondo o "ser" de que tanto falo por aqui. É um pouco estranho, os assuntos são diferentes, o que cada um representa naquela festa ali é mais importante do que o que deveria ser comemorado. E assim, passei o final de semana me questionando. Quando é que vou parar com essa crítica exacerbada sobre tudo?

Em outros momentos eu odiaria os locais que fui, mas não. Não quero ter raiva de nada, mas ao mesmo tempo não me identifico com quase nada disso. Acho que papai do céu mandou bem em não me colocar num caminho de muito dinheiro. Pq eu não ia dar certo nesse meio. Assuntos de pessoas que ostentam e mais uma vez, parecem ser mais do que são.

Pq isso? Pra que isso?

Tornam-se boas pessoas, vivem estórias incríveis, mas não sei e questiono o quanto sofrem por dentro. Pq tiveram tudo nas mãos e não buscam muito mais não. Tudo muito cômodo, tudo muito tranquilo.

Sei não. Por mais que ache as pessoas desse meio legais, sinto que são incompletas. Não me satisfazem. Não sei nem se essas pessoas já andaram de ônibus algum dia, se já foram na rodoviária.

Preconceito demais da minha parte?

Pode até ser, mas não abro mão de quem experimenta a simplicidade, de quem já sujou o pé na lama, quem já comeu o rodo burguer e de quem já voltou a pé de madrugada ou pegou carona com alguém que não conhecia na madruga.

Juro que tô tentando ser mais sociável mas esse tipo de vida preso a um clube só para convidados ainda me causa restrições.