
Diário de um ranzinza
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Post novo, velhos acontecimentos.
sábado, 17 de outubro de 2009
Muito amor no coração.
Plenamente recuperado da lesão no dedo e após pouco mais de um mês com a vida mais desorganizada possível, resolvi voltar a práticas rotineiras do meu dia. Fui a academia(local sobre o qual devo escrever bem mais estórias - esta pelo menos é a ideia)voltar a minha prática de atividade física. Sexta a noite e fui num horário bem tarde. Neste horário com a academia bem mais vazia e tranquila do jeito que eu gosto, notei (aliás, já havia notado) que os professores aproveitam pra colocar no som seus hits preferidos e embalar a noite de sexta no pós trabalho. Quando estou tentando fazer a maldita série antiga, ouço nos alto-falantes em alto e claro som a seguinte letra de música:
"Se você é chicleteiro
Deus te abençoa
Se você não é
Deus te perdoa."
Não acreditei naquele refrão. E a partir dali, o chicletão tomou conta da academia. Apressei minhas atividades e me retirei do recinto pois essa minha semana será de bom descanso e recuperação.
Quero que todos os chicleteiros que um dia acessem isso aqui tenham apenas uma certeza:
VÃO TODOS OS CHICLETEIROS PRA CASA DO CARALHO NESSA PORRA!!!!!!!
Tava com saudade de voltar a postar e é bem provável que eu nunca poste tudo que me aconteceu nesses últimos dias.
domingo, 20 de setembro de 2009
Superando limites.
Sábado a noite mostrei a minha pessoa que sou muito mais forte do que penso.
Passei a semana sem ver meus amigos no qual desabafo meus pensamentos mais deploráveis. Eles então me mandaram mensagem dizendo que estavam num bar no sudoeste.
Fui pra lá sem titubear. E sabe onde fui parar? No "Nana Bar"
Foi fácil localizar o bar. Era a porra do bar localizado cheio daquelas patinhas escrotas símbolo dessa porra de nana enfia a banana.
Na entrada uma frase pra marcar: "Nana bar, o bar do micareteiro"
Puta que pariu! Eu tava em casa cara!
Há algumas semanas atrás eu já tinha avistado esse local com os mesmos amigos que estavam lá me esperando. Eles dessa vez resolveram experimentar o recinto.
Nada pra mim foi surpresa. Telões e mais telões com shows do chicletão na voz daquele barbudo de shortinho. Pessoas naquele estilo chamativo e eu tranquilo. Estou completamente mudado. Meus amigos estavam lá, conversamos, tomei alguns chopps e tava tudo certo. Quem faz o local é vc. Mas claro, ali eu não volto mais se eu puder escolher.
Se fuder essa galera meio uniformizada, e que se foda essa turma que se vangloria ser dessa seita escrota de micareteiros. Vão todos pra casa do caralho!
Tenho algo contra eles? Não. Soquem a porra do dinheiro onde bem entenderem. Só não fiquem a porra da noite inteira transmitindo show do chiclete perto de mim.
A noite passou, eu sobrevivi tranquilamente e até me diverti. Mas é nítido como não bato com esse estilo de vida. Que lixo, que podridão, que exaltação a porra nenhuma do caralho.
Preciso descobrir mais lugares bacanas em bsb.
domingo, 13 de setembro de 2009
Há tempos.
Há tempos recebo críticas sobre minha postura "insensível" diante das pessoas. Portanto, tenho tirado um tempo pra repensar sobre essas coisas. Com o dedo quebrado, dificuldade de escrever e uma incrível saudade do Rio de Janeiro, ando repensando algumas questões e tentado talvez sem uma previsão de sucesso, ver o que pode ser melhorado.
Escrevi pras ex namoradas(acredite, já tive algumas!), ando conversando com alguns amigos que me conhecem mais a fundo. E principalmente ando tentando conversar melhor comigo. Tenho tentado ser mais gente boa com minha própria pessoa e principalmente me perdoar mais pelas limitações de alma, mente e corpo.
Acho que vai sair coisa boa disso tudo. Quando essa fase voltar a me motivar a escrever e meu dedo melhorar, venho aqui teorizar mais sobre as coisas escrotas da vida. Por enquanto, quero pensar no quanto o rio me faz falta, em como posso ser menos escroto e o que falta pra eu me tornar mais aceito na sociedade.
segue algo que não consigo parar de assistir:
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
um dedinho de prosa
sábado, 22 de agosto de 2009
Ôô não leva eu, não leva, não leva!
- E aí, qual a boa pro fim de semana?
- Ah, vai ter trivela! Já comprei o meu, vc vai?
- Foi mal, não curto encontros axezísticos.
- Mentira!!! Nem o Jamil? Vai ser bom demais.
- Verdade, me desculpe, tenho amigos que curtem mas não curto do abadá ao filho da puta que canta.
- Tadinho, não sabe o que está perdendo.
- É, não sei, tô errado mesmo.
Ainda tem gente que não me conhece.
Pelo menos ando sendo mais cortês na forma de falar sobre o que não gosto.
sábado, 8 de agosto de 2009
diferenças

terça-feira, 4 de agosto de 2009
não dá
- Eu não confio em pessoas que esbanjam o tempo todo felicidade;
- Não confio em pessoas que almoçam sanduíche;
- Não confio em pessoas que usam cavanhaque;
- Não confio em pessoas que não gostam de suar;
- Não confio em pessoas que sempre ligam a cobrar mas tem carro próprio;
- Não confio em pessoas que só cagam em casa;
- Não confio em pessoas que não gostam de dormir;
- Não confio em pessoas que fazem escândalos quando mal atendidos;
- Não confio em pessoas que falam alto no celular em fila de banco;
- Não confio em pessoas que usam grafite 0.5;
- Não confio em pessoas que tentam adivinhar o que vc fala;
- Não confio em pessoas que discutem sobre novelas;
- Não confio em pessoas que comem feijão independente do prato;
- Não confio em pessoas que insistem em dizer "tanto faz", "vc que sabe" e "pode ser" quando indagados;
- Não confio em pessoas que falam que não peidam;
- Não confio em pessoas que concordam com tudo que falo;
- Não confio em pessoas que leem Caras ou algo do gênero;
- Não confio em pessoas que usam abadás na rua;
- Não confio em pessoas que andam por demasiado tempo de mãos dadas;
- Não confio em pessoas que se divertem com o programa do Jô;
- Não confio em pessoas que têm excesso de apreço por bandas de axé;
- Não confio em pessoas que lamentam demais da vida;
- Não confio em pessoas que adoram vinho seco;
- Não confio em pessoas que mitificam o sexo;
- Não confio em pessoas que reclamam de calor;
- Não confio em pessoas que ligam mais de 3 vezes seguidas quando não atendidas;
- Não confio em pessoas que mandam email de corrente;
- Não confio em pessoas que leem blogs de imbecis intolerantes.
-
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Onde estou?
Nesse fim de semana estive em alguns eventos de pessoas bacanas. Pessoas de bem que conheci por aí, despretensiosamente. A maioria conhecidos e conhecidas de amigos meus mais próximos. Aquele tipo de relação legal de que de tanto vc ver na vida a pessoa em alguns locais, vc acaba criando algum tipo de laço. Uma relação afetuosa mesmo sem ser grande amigo ou íntimo. Pois então, fui a estes eventos. Pessoas de bom coração e que estavam curtindo a comemoração de um aniversário ou o que sejá lá que fosse. Mas uma coisa me marcou e me fez mais uma vez questionar muita coisa. É aquele tipo de pessoal de um grau mais acima financeiramente falando.
Pessoas mais exigentes quanto a questões que gosto que sejam simples. Poderia ser apenas uma festa, uma curtição, mas não. Precisa dentro deste evento mostrar valores, coisas que nem vejo má intenção nas pessoas mas que não fazem muito meu perfil. O famoso "ter "sobrepondo o "ser" de que tanto falo por aqui. É um pouco estranho, os assuntos são diferentes, o que cada um representa naquela festa ali é mais importante do que o que deveria ser comemorado. E assim, passei o final de semana me questionando. Quando é que vou parar com essa crítica exacerbada sobre tudo?
Em outros momentos eu odiaria os locais que fui, mas não. Não quero ter raiva de nada, mas ao mesmo tempo não me identifico com quase nada disso. Acho que papai do céu mandou bem em não me colocar num caminho de muito dinheiro. Pq eu não ia dar certo nesse meio. Assuntos de pessoas que ostentam e mais uma vez, parecem ser mais do que são.
Pq isso? Pra que isso?
Tornam-se boas pessoas, vivem estórias incríveis, mas não sei e questiono o quanto sofrem por dentro. Pq tiveram tudo nas mãos e não buscam muito mais não. Tudo muito cômodo, tudo muito tranquilo.
Sei não. Por mais que ache as pessoas desse meio legais, sinto que são incompletas. Não me satisfazem. Não sei nem se essas pessoas já andaram de ônibus algum dia, se já foram na rodoviária.
Preconceito demais da minha parte?
Pode até ser, mas não abro mão de quem experimenta a simplicidade, de quem já sujou o pé na lama, quem já comeu o rodo burguer e de quem já voltou a pé de madrugada ou pegou carona com alguém que não conhecia na madruga.
Juro que tô tentando ser mais sociável mas esse tipo de vida preso a um clube só para convidados ainda me causa restrições.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Amooooooooooooooooooooo!
Existem coisas que não passam pela minha cabeça, e quando passam, não são sob hipótese alguma aceitas.
Estou falando da questão do fanatismo. Do ser fã. Uma coisa é vc quando criança buscar referências, se identificar com algo como uma música, banda, um personagem, um filme, o que quer que seja, e fazer disto uma identidade pra vc. A cada aparição do que vc é fã, vc se identifica e cria vínculos.
Ok, até aí tudo bem. Tbm fui fã dos piratas do espaço quando criança(duvido que alguém conheça esse desenho.), sonhava em pintar a casa de um japonês e pancar geral como em Karatê Kid , tbm queria usar calças rasgadas como Axl Rose e queria cantar músicas bregas como o Lionel Richie.
Mas enfim, com o tempo amadurecemos, criamos bom senso e apesar de continuarmos ao longo da vida nos identificando com diversas situações, criamos um bom tom para admirarmos algo.

Mas não estou falando da maioria, e aí, toco numa questão absurda que em Brasília acontece em boa quantidade que são os sem noção! Os que amaaaaaaaaaaaaaaaaaammmmmm algo além de suas possibilidades e passam do limite. Pior, idolatram como se ainda fossem crianças e por passar do limite deles, atinge o campo visual e a vida dos outros.
Aí pergunto pra vcs. O que vcs acham de uma filho duma puta que tem um carro desse?
Estou exagerando em me emputecer? Ou este querido vendedor ambulante de chiclete não tem mais o que fazer da vida? Andando por uma comercial na asa norte eu simplesmente parei tudo que eu tinha de fazer, fui buscar uma maquina digital no carro e fotografei essa merda. Pq eu tô de saco cheio de parecer que tô exagerando. Certamente esse filho duma cadela desdentada é daqueles que anda com som alto e passa devagar na porta de lugares pra mostrar o poder de seu possante.
E quando comento isso com amigos ele me dizem: "O brasileiro é um povo carente de ídolos"
Que se foda!
O problema pra mim não é esse. O problema é a ostentação que se cria em tv etc. O sonho de ser um big brother e nada mais, a porra dos noticiários que cobrem se o Ronaldo cagou fedido hj ou não e o lixo da mídia que mostra aonde alguma super estrela foi se pegar a noite toda.
Sim, estamos carentes de ídolos!
E mais fudidos ainda de formadores de opinião!!!
Resultado: Uma caralhada de gente copiando modelos que ditam regras idiotizantes.
Vamos seguir essa porra assim mesmo!

